Entenda o poder da produção remota

14.09.2018

Tecnologia permite reduzir custos expressivos e produzir conteúdos de forma inovadora

 

 

17 de fevereiro. O BaianaSystem faz um show num trio elétrico que desce a Av. 23 de Maio, em São Paulo, do Ibirapuera ao Centro. O conteúdo é captado e transmitido ao vivo no Facebook global da Red Bull com quatro câmeras itinerantes e um drone.

 

16 de maio. As Nações Unidas democratizam acesso ao Fórum Pacto Global. O evento é transmitido ao vivo do MASP, em São Paulo, com uma câmera solta e inserção de vinheta, grafismo e apresentações PPT.

 

14 de abril. A Liga Feminina de Basquete volta à TV aberta e aos canais digitais, transmitindo jogos ao vivo de todo o Brasil. Algumas partidas são feitas com três câmeras não cabeadas nos ginásios e narração offtube.

 

29 de maio. O WTC Business Club organiza o Fórum Aliança, Inovação e Pessoas, em São Paulo. O debate é transmitido ao vivo com duas câmeras móveis e inserção de grafismo na página no Facebook.

 

16 de junho. O ex-boxeador Servílio de Oliveira produz o 3º Palco do Boxe e transmite o evento ao vivo, do CEU São Rafael, em São Paulo, para as redes sociais. Três câmeras soltas dão conta de uma tarde inteira de combate.

 

4 de julho. A Chevrolet conclui a campanha de lançamento da nova Spin. A história da “família Spin” é transmitida com vinheta, pacote gráfico e conteúdo gravado misturados com uma câmera ao vivo direto de Foz do Iguaçu, no Paraná.

 

2 de agosto. A Thermo Fisher, multinacional americana, faz a primeira transmissão de uma reunião trimestral com executivos estrangeiros, captando com duas câmeras móveis de seu escritório em São Paulo e distribuindo de maneira privada para todos os colaboradores.

 

1º de setembro. A Federação Paulista de Futebol inova a transmissão ao vivo da fase final do Paulistão Feminino com duas câmeras independentes nos estádios e casting totalmente composto de mulheres.

 

O que todos esses acontecimentos têm em comum? A resposta é produção remota. Um novo modo de fazer conteúdo ao vivo que antes era possível apenas para as televisões. Dos gramados aos ginásios, dos teatros às salas de reunião, o denominador comum é a captação sem cabos, independente. Todo o conteúdo é transmitido ao vivo para um master control, uma sala de controle preparada para fazer o resto do trabalho. Corte, pós-produção (inserção de grafismo, vinheta, VTs, apresentações PPT) e distribuição. O modelo salva boa parte do investimento em estruturas convencionais, suprime custos logísticos e dá vida a novas formas de conteúdo.

 

Já pensou em lançar um produto ao vivo? Fazer um programa de vendas? Produzir um evento com conteúdo que valha a pena ser compartilhado em tempo real? Já existe solução. E para vários tamanhos de bolso.

 

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